PRÍNCIPE DA
VINGANÇA
Príncipes Di
Castellani: lindos, orgulhosos, intensos e... Apaixonados!
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Ele planejou seduzi-la e abandoná-la...
Um engano. Um desejo de
vingança. Uma paixão avassaladora. Duas vidas que se cruzam e se chocam
intensamente.
Leon Di Catellani é o príncipe
herdeiro de Ardócia, uma Ilha localizada ao sul da Itália e vem ao Brasil com
uma única missão: encontrar a mulher suspeita de seduzir seu irmão mais novo,
levando-o ao suicídio e fazê-la pagar.
Júlia Smith é uma jovem e bela modelo
brasileira em ascensão que tem sua vida radicalmente alterada quando se vê sob
a mira do lindo, rico e misterioso Leon. Dentro de pouco tempo é seduzida e
apresentada a um nível de sensualidade e erotismo irresistível.
Em meio ao forte desejo de
vingança Leon e Júlia são confrontados com a paixão e química explosiva que
floresce desde o primeiro encontro. Os dois se entregam sem reservas a uma
tórrida e erótica história de amor e ódio. Quando a verdade por trás da
história é finalmente revelada, o príncipe terá uma tarefa árdua pela frente:
convencer Júlia de que ela é a mulher da sua vida.
Este é o primeiro livro da
série: Príncipes Di Castellani. NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS.
Espero que vocês curtam a
leitura tanto quanto gostei de escrever.
Lani Queiroz
PRÓLOGO
Júlia
_ Me
chupe, putinha gostosa. _ Leon disse baixo e rouco, puxando-me pelos cabelos
até meus lábios tocarem seu membro. _ abra a boca, porra!_ grunhiu enfiando seu
pênis até a minha garganta, dilatando-a. Meus olhos se encheram de lágrimas e
eu comecei a chupá-lo. Ele fica exigente e mandão durante o sexo, mas eu gosto.
_ Dio! O que eu faço com você? Hum? Não
consigo parar de pensar em você, porra! Isso putinha... Ahhhh! _ gemeu
estocando forte. _ me chupa gostoso... Cristo! _ continuou comendo minha boca
sem trégua, segurando minha cabeça me deixando sem ar.
_
Leon... _ eu puxei minha boca respirando rápido. Não posso vê-lo, mas ouvi seu
sorriso e pelo tom sei que seus olhos são perversos agora. Empurrou-me de volta
para a cama. Deitou-me de bruços, beijando e mordiscando minhas costas,
descendo pelo meu bumbum arredondado. Ele sempre dizia que adorava meu
bumbum... Deliciou-me com suas carícias. Ele sabe a dose certa entre a dor e o prazer.
Puxou-me grosseiramente pelos cabelos até ficarmos os dois de joelhos na cama.
Sim, ele é mesmo mandão e dominante no sexo. Mas eu amo isso, tudo que ele faz
comigo... Então invadiu minha boca com uma ânsia louca, enquanto suas mãos
exploravam meus seios e rasgava a pequena calcinha vermelha que eu usava. Eu
gemi em sua boca. Ele riu baixinho e desceu a mão possessiva mapeando minha vulva latejante,
massageando-a, enquanto sussurrava em meus lábios que havia sonhado comigo, que
nenhuma mulher lhe deu tanto prazer, nunca. Introduziu um dedo dentro de mim e
eu arquejei sentindo meus sucos jorrarem me preparando para ser tomada por ele.
Leon grunhiu quando me sentiu molhada, pronta para ele.
_ Não
posso esperar mais, delizia mia... _
grunhiu e puxou minhas nádegas de encontro a ele, forçando-me a ficar de
quatro. Senti a cabeça grande do seu pênis em minha entrada e ele investiu
poderosamente todo o caminho dentro de mim, me esticando ao limite. Puta merda!
Choraminguei. Ele é tão grande e espesso. Quase grande demais para mim, mas eu
amo a sensação dele dentro de mim. Gemi me ajustando à seu tamanho. _ Dio! Que saudade dessa bocetinha
gostosa... Da minha putinha gostosa. _ ele sussurrou tirando todo o Pênis e
metendo de volta com golpes duros e profundos. Ele ama essa posição. Eu podia
senti-lo bater no meu útero. Gritei no limite entre a dor e o prazer.
_ Oh!
Ohhhhh! Deus! Leon... _ Gemi sentindo um orgasmo se formar a partir do meu
ventre. A venda deixava tudo muito mais intenso. Leon ficou cada vez mais
insano, mergulhando em mim com investidas cada vez mais duras, profundas,
sussurrando palavras em italiano. Ele me chamava de feiticeira, dizia que não
conseguiria mais ficar sem o prazer que eu lhe proporcionava. Não entendi... Ele
parecia estar... Se despedindo?
_ Você
gosta disso, não é? Você ama ser minha putinha. Diga! _ ele exigiu tirando todo
o pênis e esfregando no meu ânus. Seus dedos entraram na minha vagina levando
meus sucos até meu orifício. _ Vou foder você aqui. Ainda está dolorida da
última vez? _ ele disse rouco. Eu neguei tomada pela luxúria. Ele fazia isso
comigo. Meu corpo era dele para fazer tudo. Senti seu dedo me sondando,
entrando aos poucos. Eu fui empurrando de volta e relaxando, ele me ensinou a
primeira vez que fizemos. Doeu pra caramba, mas gozei como nunca. Agora eram
dois dedos totalmente dentro de mim me alargando para tomar o enorme pênis
dele. _ Eu amo esse rabinho, sabia. _ ele grunhiu retirando os dedos e
encaixando a cabeça robusta do Pênis no meu orifício. Meus sucos ajudaram e ele
foi entrando devagar, retirando e entrando um pouco mais de cada vez até que
estocou duro me rasgando, metendo até o talo. Gritei sentindo suas bolas
batendo na minha vagina. Ofegamos e gememos juntos. _ Vem, rebola essa bunda
gostosa no meu pau até você se acostumar com ele. _ Eu adoro quando ele fala
sujo assim. Meu orgasmo vem muito rápido. Eu obedeci, rebolando no pênis dele
ouvindo seus gemidos e rosnados. Ele levou uma das mãos e enrolou no meu
cabelo, a outra apertou meu quadril e realmente começou a me foder. Ele metia
com força no meu ânus apertado, causando ardência. Eu estava no limite da dor e
do prazer.
_ Que
porra de visão linda! Minha putinha vendada e imobilizada tomando meu pau até
as bolas no rabinho gostoso! Ohhhhh! _ gemeu me fodendo loucamente.
_
Leon... Ohhhhh... Deus! _ gemi sentindo lágrimas nos meus olhos. Ele largou meu
cabelo e puxou a venda dos meus olhos. Debruçou-se sobre mim, tomando meu
queixo com força e me deu um beijo molhado. A mão do quadril foi para meu
clitóris, ele o manipulou e beliscou até que eu estava gritando seu nome e
gozando loucamente. Minha bunda indo de encontro a ele, deixando-o me rasgar
com suas estocadas brutas. Ele continuou a comer meu ânus sem trégua. Uma
palmada desceu com força na minha bunda e ele estocou tão forte que pensei que
fosse me partir ao meio.
_
Pooooorra! Que gostoso gozar nesse rabinho apertado! Ahhhhhhhhh! _ gritou e
finalmente gozou rosnando, uivando como um animal no cio, alagando-me com jatos
e jatos de sêmen. Eu caí na cama, sem forças. Leon era muito intenso, me
drenava totalmente. Ele caiu por cima de mim gemendo, ainda enterrado
completamente no meu ânus palpitando nos últimos espasmos de seu clímax. Instantes
depois saiu de mim devagar e eu arquejei com a ardência. Nossos olhos se
encontraram quando ele deitou-se do meu lado. Ficamos assim nos olhando por um
tempo. Um silêncio perturbador se instalou entre nós. Ele fechou os olhos, mas
percebi algo lá.
Arrastei-me
até ele e beijei seus lábios, nossas respirações se misturando. O cheiro dele
era esplêndido. Ele abriu os olhos e a sombra estava ali de novo. Senti um frio
estranho na espinha. Havia algo errado. Leon parecia atormentado. Rolei para o
lado, sai da cama e dirigi-me ao banheiro. Quando voltei vestindo um curto robe
branco, já o encontrei vestido encarando a cama desarrumada como se o móvel
fosse seu pior adversário. Era como se tivesse se arrependido do que havíamos
feito ali. Ele desviou o olhar negro para mim e então, tive certeza de que
havia algo muito errado. Seu olhar era abertamente hostil. Não havia o menor
sinal do amante apaixonado de minutos atrás.
_
Algum problema? _ aproximei-me temerosa. _ Nunca vi essa expressão em seu
olhar.
Ele
riu de forma sarcástica, os olhos negros mostrando um desprezo nunca antes
percebido por mim.
_ A
farsa precisa acabar agora, cara_
disse entre dentes vindo em minha direção.
Recuei
atordoada. Leon parecia outra pessoa.
_ Do
que está falando, Leon? Que farsa?
_ Para
você é Vossa Alteza real, Leon Vincenzo Di Castelani, Príncipe herdeiro da Ilha
de Ardócia! _sua voz era fria e cortante.
_ O...
O que? Do que está falando? _ indaguei confusa.
_
Você, cara, foi amante de um
príncipe._ sorriu cínico. _ de dois príncipes na verdade.
_ Você
é um príncipe? Co como? _ balbuciei
sem poder acreditar naquilo.
_ Si, cara,
Príncipe Leon Vincenzo Di Castellani, irmão do príncipe Damien Di Castellani,
que teve a triste sorte de cruzar o caminho de uma putinha ordinária que o
iludiu, roubou e o levou ao suicídio.
_
Sinto muito... Eu não sabia...
_ Você
sente muito? _Ele me encurralou contra a parede. _Você é a vadia que acabou com
a vida de meu único irmão! Pare com esse teatro de: Oh, como eu sou pura e honesta! Você não passa de uma maldita puta
e vai pagar-me caro!

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