sexta-feira, 27 de março de 2015

Sr. G - Capítulo 17 - 2ª Parte


Carlos Tavares Junior...

Sentir suas paredes internas apertarem-me e todo seu gozo escorrer em meu pau é a coisa mais deliciosa do mundo e proporciona-me um dos orgasmos mais fortes que já tive, mas, ainda não é suficiente, pois necessito, como um sedento no deserto, chupar o mel do seu prazer. Enfio a boca entre suas pernas e meus olhos visualizam os globos cheios da sua bunda linda. A lascívia faz coçar minha mão, que desce, sem eu poder controlar, dando um tapa delicioso em sua carne, que fica rosa pálida. Assim que desço o segundo tapa, percebo que ela está tentando escapar e gritando algo.
 

− Ei, garanhão! Adoro quando me chupa deste jeito e seu jeito ensandecido de transar, mas, esses tapas ardem e estão prestes a quebrar o clima.

− Ardem, mas, se você livrar-se de seus conceitos estabelecidos, perceberá que gosta, pois sinto isto pela forma que seu corpo responde – falo, sussurrando e tentando persuadi-la, continuando a beber todo a sua essência, passando a língua e sugando em toda a área em que posso senti-la. 

Não quero que ela tenha chance de racionalizar, preciso que ela abra essa brecha e sinta o quanto é possível ter prazer assim. Mas, por hora, não vou mais bater-lhe para não assustá-la de vez, não posso correr esse risco ainda. Definitivamente, desta vez, esta menina não vai escapar de mim, pois não tenho nem ideia se, algum dia, conseguirei dar-me por minimamente satisfeito do que ela causa em mim.

– Alguma vez você já foi fodida por uma língua, menina safada, enquanto toma uns tapas nesta bunda gostosa? – pergunto-lhe, querendo balançar suas ideias preconcebidas e para lhe dar algo em que pensar depois. 

Puxo seu cabelo pelo rabo de cavalo e ouço seu protesto, mas, também, seus sussurros de excitação. 

− Estava tão gostoso meu pau dentro de você. 

Vislumbro o balde de gelo caído, na cama, junto com o frisante, e o lençol todo molhado. Viro-a, delicadamente, pego um cubo de gelo e coloco-o entre meus lábios, passando-os em cada um dos bicos dos seus seios enrugados. O choque térmico do calor deles com a minha boca com o gelo é delirante e sinto-a contorcer-se. A fim de aguçar ainda mais seus sentidos, solto o gelo entre seus seios e este desliza por seu corpo derretendo em seu caminho. A musculatura da sua barriga contrai-se, no ritmo de seus sussurros e gemidos, que evidenciam sua excitação. 

É tão sublime a maneira como ela responde a mim! Chupo cada gota derretida em seu corpo e, com uma mão, pego outro gelo e pressiono-o, em movimentos circulares, em seus lábios carnudos. 

− Essa menina de lábios famintos é tão apertadinha que meu pau já sente falta dela engolindo-o, esfomeada. 

− Então desfrute dela, garanhão, mas, não sonhe em ultrapassar meus limites, pois não sou e não serei adepta ao clube do chicotinho! Posso não ser reprimida, mas, existem algumas coisas que não são aceitáveis para mim e espero que você respeite isso – ela morde os lábios de sua boca e 3u posso sentir uma certa vulnerabilidade que, confesso, me emociona muito. Ela arranca-me desse estado, ao continuar, de maneira sugestiva, que me surpreende – Tenho também outros lábios sôfregos, que estão igualmente loucos para engolir seu pau, da glande até a base do seu pênis duro e gostoso.

− Temos um final de semana inteiro para matar a sua sede, agora, apenas me deixe matar a saudade deste corpo maravilhoso.

É incrível como ela reage a cada pequeno estímulo que dou ao seu corpo e inigualáveis são os sons que ela emite quando pego o gelo, que está anestesiando seu brotinho, e desço uma palmada em seu púbis. Ela contesta com um urro e tenta soltar-se, mas, sou mais rápido e coloco minha boca quente de desejo e sugo-a, presenteando a mim e a ela com esse gesto. O pulsar da sua vulva clama por meus dedos e eu não sou egoísta e uso-os para tocar, no interior de suas paredes, suas glândulas inchadas. Ela começa a se contorcer ainda mais, até virar o corpo, com volúpia, prendendo meus dedos entre suas pernas e gozando. Grita o MEU nome. Fico totalmente louco e anseio estar dentro dela. Com avidez, ordeno, rouco:

− Empine esta bunda e mostre-me esta boceta gostosa, porque meu pau precisa enterrar-se nela, agora – obedece e rebola, precisando do meu pau dentro dela tanto quanto eu preciso estar ali, sem dó. Enfio meu pau até o fim e ela estremece e contrai-se, quase fazendo que eu convulsione de tão malditamente deliciosa e apertada ela é.

Ainda de quatro, enquanto tomo-a com força e gostoso, ela olha, de lado, encontra meus olhos e mostra-me a fome de seu desejo latente. A compreensão brilha em minhas entranhas ao perceber exatamente o ela precisa. Atrás dela, de joelhos, apoio uma das mãos em sua bunda redonda, levo a outra até o bico de seu seio e, entre os dedos, pressiono-o como uma pinça. 

A visão de seu orifício, exposto e empinado para mim, parece convidar-me a explorá-lo com meu dedo, o qual umedeço com a minha saliva e, levemente, passo-o no local, massageando-o como se a pedir permissão para ali o penetrar. Percebo que ela fica tensa... mas, mesmo assim, preciso saber quais são os limites dela.

− Este buraquinho convidativo vai ser minha perdição. 

− Carlos... não! – ela grita, mesmo excitada, e eu acelero meus movimentos em sua vagina, limitando-me apenas a massagear seu orifício com meu dedo. 

− Você gosta, não é? 

− Nããão... por favor... isso... não posso... – apesar de extremamente excitada, sinto que ainda não é hora disso.

− Shh!!! − calo-a e tranquilizo-a – Foder você aqui pode ser uma sensação deliciosa, porém, hoje, vamos apenas brincar e, quando você decidir que é o momento, gritará e implorará para tomá-la por aqui – pressiono o dedo, de leve, apenas para provocá-la, no seu orifício, que se contrai ao toque de carinho – Quando você estiver pronta, vai ser muito gostoso, pequena! 

Com a voz rouca e ofegante, ela diz, com dificuldade:

− Pedir nem amarradaaaaaaaaaaa – seu protesto sai.

Vamos ver, minha pequena! Já percebi que, com você, tudo tem que ser sem promessas, mas, o importante, é que você recusou pedir, mas, não a invasão desse buraquinho tentador, o que me deixa ainda mais ensandecido do que já estou.

Outro suspiro escapa de seus lábios, conforme umedeço seu ânus para brincar, um pouco mais, por sua superfície. As contrações das suas paredes internas intensificam-se, deixando, a cada segundo, meu pau mais enrijecido, duro e latejante de tesão, cujo inchaço chega ao maior nível possível nessa deliciosa intimidade... estou no limite!

− Diz, pequena, que meu pau ficará enterrado em você por todo este final de semana!

Ela apenas acena com a cabeça, afirmando, mas, eu quero e preciso ouvir suas palavras. A fim de conseguir isso, tiro minha mão do seu seio e levo-a ao seu brotinho inchado. Seu corpo treme, institivamente, e, como nossa conexão é perfeita, ela responde-me aumentando o ritmo do vai e vem, fazendo meu pau esticar. Percebo que ela está quase a gozar, então, num último esforço hercúleo para me conter, desacelero.

− Não ouvi, ainda, você dizer onde meu pau ficará enterrado, todo este final de semana.

− Em miiiiiiiiiiiim – ela suspira, rouca.

Enterro meu pau inteiro nela e quase não posso segurar-me mais.

– Em você, exatamente aonde? – ordeno que me diga.

− Aonde quiser, mas, não para! Preciso de mais! Juro que, neste final de semana, pertencerei a você, só a você – sua aceitação ao meu domínio surpreende-me, enquanto ela impulsiona sua pélvis e engole todo meu cumprimento. Nunca desejei perpetuar-me dentro de uma mulher como desejo perpetuar-me em seu ventre! Tudo muda, dentro de mim, e tomo posse do seu corpo, neste momento, com um sentimento diferente. A imagem mim a preenchê-la é belíssima e excitante! Sua musculatura interna acomoda e comprime meu pau e dou-lhe palmadinhas carinhosas, observando sua aceitação a isso. 

Ela olha para mim, de lado, com olhar esgazeado observando cada movimento meu. Ela acomoda meu pau, massageando-o com um rebolar todo dela, provocante e intenso. Sinto-o meu membro pulsar como nunca e, inexoravelmente descontrolado, desço sobre seu corpo, mordo pedacinhos de sua pele, enquanto a penetro com movimentos cada vez mais rápidos e duros, movendo a outra mão em seu brotinho quente.

− Goza, pequena! Vem, junto comigo – imediatamente nossos corpos convulsionam, num orgasmo demasiadamente forte e longo, como se nunca fosse terminar. 

Suado, deito ao seu lado e puxo-a de encontro ao meu corpo. Tenho apenas o trabalho de tirar a camisinha do meu pau que, surpreendentemente, permanece duro como pedra, tal é o grau de excitação a que essa menina leva-me.

− Calma, lá, garanhão! Você praticamente acabou comigo, preciso recuperar o fôlego! Onde você pensa que vai com tudo isto? – ela fala, com voz cansada e surpresa, ao mesmo tempo.

− Vou apenas te dar um abraço e um beijo precioso, além de te dizer a você que é o mais belo diamante a ser lapidado que já conheci! 

Neste momento, existe apenas a atração de dois corpos sensuais, que despertam o desejo além do que os olhos capturam. Nosso beijo é calmo e sereno e a calmaria estabelecida poderia até fazer-nos voar com o vento e caminhar sobre as nuvens! Neste momento, não existe o ontem, com seus traumas e desencontros, nem o amanhã, lugar incerto, onde não temos certeza de nada. Quero apenas curtir e sentir o aroma de nossos corpos juntos. O toque carinhoso de suas mãos macias, em minha pele, dá-me a certeza de que o agora é a sintonia perfeita.

Assim ficamos nem sei por quanto tempo, porque a sensação é tão deliciosa e envolvente, que sua intensidade não pode ser medida pelo compasso do relógio. Preciso, ainda, cuidar da minha menina, fazer com que ela relaxe e fique pronto para repousar. Então, desvencilho-me de seus braços, com carinho, levanto-me e pego-a no colo, levando-a em direção ao banheiro. Coloco-a sentada no balcão da pia, regulo as duchas e a temperatura, volto a pegá-la, de frente, enganchando suas pernas em meus quadris e coloco-a no box.

Tomar banho com ela foi a coisa mais engraçada que já fiz. Ela logo desce do meu colo e começa a fazer gracinhas, espirrando água por todos os lados. E faz parecer tudo parecer mais leve, simples, tornando-me despreocupado com os problemas do mundo. Irradia uma liberdade intensa, sem cobranças, sem querer pensar no amanhã, apenas querendo viver o hoje. 

Quando terminamos, percebo que até o simples enxugar de corpos é inebriante e sedutor. 

− Agora, fala verdade para mim, vai. Como sabia que eu estaria aqui? − fico olhando para ela, disposto a contar a verdade, pois, tendo crescido em meio a mentiras, prometi a mim mesmo não agir da mesma maneira há anos – Tá, eu entendi que você conversou com seu amigo Luiz Fernando! Ei, por falar nisso, você é maior fura olho, hein!!! Você sabia que meus amigos queriam, na verdade, apresentar-me para ele, né?

Um misto de possessão e frustação instantâneas pairam sobre mim. Possessão por não aceitar, de forma alguma, que ela pudesse ter qualquer ligação com o Nandão ou qualquer outro. Frustração por não poder falar toda a verdade, ainda, pois, se eu conto-lhe, agora, tirará conclusões precipitadas, confundindo tudo e achando que a enganei em todos os sentidos. Não sei o motivo, mas, só de imaginar que ela pode riscar-me de sua vida faz com que meu peito aperte-se e sinta uma emoção estranha a lhe invadir!

Entrelaçando nossas mãos, tento fugir da pergunta direta, sem ter que contar mais mentiras.

– Conto como descobri que era você se me contar o porquê de sempre fugir de mim.

Contornando meu umbigo com os dedos, ela olha séria para mim e descontrai o clima tenso que se instalou entre nós, ao me fazer cócegas.

– Por que o Sr. Garanhão acredita que o mundo gira em torno dele? O mundo gira em torno do Sol, sabia? E você não é tão quente quanto ele... 

− Você está dizendo que sou morno, é? – derrubo-a na cama e subo em cima dela, retribuindo as cócegas. 

− Melhor do que um cubo de gelo – ela fala, entre risadas.

− Então, você fugiu porque sou um cara morno, é?

− Para, Carlos! Não adianta, nem sob tortura direi algo – consegue falar, entre gargalhadas. 

− Tortura, é? Deixa eu pegar meu chicote e você vai ver a tortura – provoco-a.

− Você pega seu chicote e fica aleijado – fala, rindo. Isso é o que vamos ver, penso, já fantasiando a esse respeito. 

Uma risada mais alta sai quando pego seu pé e mordo seu calcanhar. Mas, vendo-a tão exposta e nua, sinto meu corpo ardendo em desejos... Paro, fico mudo e minhas mãos deslizam por suas pernas. Ela também se cala e nossos olhos encontram-se, transmitindo um misto de sentimentos confusos, mostrando-me que existe algo diferente, mais intimo, sem barreiras e sem reservas. Percebendo-a totalmente tomada por arrepios, desço meus lábios por toda a extensão de sua perna e, chegando à sua coxa, chupo, com vontade, o lado internos de uma e, depois, de outra. Esfrego meu queixo em sua pele sensível e vermelha e já posso sentir o aroma da sua excitação. Sua vulva pulsa e implora por mais e ela solta todo o seu corpo, na cama, em sinal de rendição. Faço um redemoinho com minha língua nos primeiros líquidos de excitação que sua boceta libera.

− Esse doce mel tornou-se meu vício – movo minha boca desde a borda do seu clitóris até a extensão de sua fenda traseira.

− Ahhhhhhhhh!!! – ela suspira e arqueja a cada lambida. Penetro minha língua firme, em sua vulva, assim que ela puxa meu cabelo e mostra-me exatamente onde quer que eu a toque. 

E é assim que a tomo como minha, a noite toda, com nossos corpos ardendo de prazer. Nossos orgasmos são alucinantes e intensos. Cansados, adormecemos, de frente um para o outro, fitando-nos, como se a tentar decifrar os sentidos que esta noite desperta, sem dizer uma só palavra.



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